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Pandemia e Crise Econômica: apontamentos de uma perspectiva cristã:

A pandemia do coronavírus (Covid-19)segue influenciando as mudanças e transformações em diversos setores da nossa sociedade. Em meio às determinações políticas e os dissensos da sociedade civil, paira a questão da organicidade das esferas defendida pelos cristãos.



Trata-se do entendimento de “um princípio coerente organicamente mais profundo, [...] parte da unidade radical das esferas da vida.” Para os cristãos, a pandemia revela que as “várias estruturas sociais [...] não ficam lado a lado em isolamento. Na vida temporal, elas são entretecidas e entrelaçadas.” Ou seja, da perspectiva cristã, existe uma inseparável textura entretecida das várias estruturas sociais. Nesse sentido, não é correto discutir saúde sem conectá-la a estrutura econômica. Há uma ligação direta entre saúde e economia; uma estrutura normativa criada por Deus, que sendo assim, cabe-nos avaliar essas realidades dessa maneira, e não de forma compartimentalizada. Portanto, a questão é: qual a relação dessa pandemia com a crise econômica?



Segundo Robin Wigglesworth (correspondente financeiro global), Tommy Stubbington (repórter do mercado de capitais) e Laurence Fletcher (correspondente do mercado de capitais), a pandemia do Covid-19 pode abrir caminho novamente para uma inflação. Os dados apontam que o volume de estímulos para conter efeitos das medidas de contenção da pandemia, poderiam trazer de volta pressões sobre preços após o fim da crise.


 


Segundo investidores, “tiros poderosos de estímulo de governos e bancos centrais elevarão a inflação assim que a crise imediata do Covid-19 desaparecer.” Gerentes e economistas pensamque “a deflação é o risco mais imediato.” O argumento dos investidores é que “a ameaça real de longo prazo é o retorno da inflação, pois as intervenções dramáticas dos formuladores de políticas para sustentar a demanda acabam elevando os preços.”



Para avaliarmos essas discussões em torno da pandemia e da economia nacional e global, convidei o Dr. Lucas Grassi Freire para uma entrevista. O Dr. Lucas é Professor Assistente I na Universidade Presbiteriana Mackenzie (São Paulo), onde atua vinculado ao Centro de Ciências Sociais Aplicadas e ao Centro Mackenzie de Liberdade Econômica. Obteve doutoramento em Política na Universidade de Exeter (Reino Unido),foi Pesquisador Pós-Doutor na North-West University (África do Sul), Pesquisador Associado ao KirbyLaingInstitute em Cambridge (Reino Unido), Docente Temporário na Universidade de Plymouth (Reino Unido) e Docente na Universidade de Exeter (Reino Unido).


 


Razente:Dr. Lucas, qual é a influência depandemias no mercado e a natureza do desequilíbrio econômico e do empreendedorismo nestes momentos?



Dr. Lucas Grassi:“Fernando, a primeira coisa a dizer sobre a crise atual é que ela não foi inteiramente causada nem pela pandemia em si, nem pelas políticas dos governos federal, estadual e municipal de reação a essa crise. Esses fatores são parte da explicação, mas não a explicação inteira. As causas principais devem ser encontradas com uma perspectiva histórica. Em 2018 eu já vinha alertando os meus alunos para um fator que merecia atenção: para tentar ‘salvar’ a economia em 2009, os governos ao redor do mundo inflaram o crédito e a moeda, o que gerou bolhas de prosperidade em setores que não teriam sido aquecidos. Isso pressionou os juros para baixo, levando empresas em todos os países a fazerem investimentos que nunca teriam sido feitos. Em novembro de 2019, por exemplo, já se noticiava o nível de endividamento e alavancagem de grandes empresas americanas. Para piorar a situação, ainda na década passada, governos na Europa, Ásia e EUA tinham sinalizado que dependendo do caso, se alguma empresa grande (e com poder de lobby, lógico) fosse falhar, eles a resgatariam. Isso incentivou essas empresas a serem extremamente descuidadas e a correrem um risco exagerado. Resultado: tínhamos a ilusão de que a economia global, principalmente a americana, ia bem, quando não passava de uma exuberância sem fundamento engatilhada por essas políticas intervencionistas dos governos. Bastaria um susto (no caso, a pandemia) para os investidores decidirem que era hora de vender tudo, e foi o que aconteceu.Um outro fator que piorou tudo para o Brasil, pelo menos, é que, como somos uma economia que recebia muito investimento estrangeiro, quando todo mundo se assustou e vendeu tudo, eles obviamente tiraram de mercados mais arriscados, como o nosso, onde a cada mês temos uma recomposição do gabinete presidencial ou escândalo envolvendo algum dos três poderes. Além disso, o Brasil nunca se recuperou muito bem da crise global passada, por conta de uma economia engessada por regulações, por um labirinto tributário e pela burocracia.Isso leva à pandemia e seus efeitos. O mercado é um processo dinâmico de descoberta, onde é premiado aquele que consegue trazer valor para o consumidor ou cliente. Com a pandemia, a preferência dos consumidores se alterou bastante, por exemplo, com medo de contaminação, eles deixaram de ir às compras no mesmo volume de antes. Isso foi identificado por pesquisas antes da implementação do isolamento social. Foi algo natural. Ou seja, alguns negócios teriam quebrado mesmo, ou teriam que se adaptar. Aí entra o papel do empreendedor que presta atenção a novas chances de servir o consumidor.Só que isso é parte da história. A pandemia vai trazer uma reconfiguração econômica também com outras oportunidades de ganho. Existe o empreendedorismo "indiretamente produtivo" que surge para ajudar o consumidor ou cliente a contornar alguma arbitrariedade do governo (por exemplo, a demanda por aplicativos de home office ou de entrega teria aumentado naturalmente, mas logicamente não na mesma proporção que aumentou por conta dos decretos proibindo escritórios e lojas de funcionar). E existe o oportunismo da politicagem, onde alguns empresários ganham porque recebem favores especiais do intervencionismo governamental. Por exemplo, se os governos mandam comprar equipamentos médicos, as empresas que os vendem (normalmente monopólios por conta de patentes) têm uma oportunidade ímpar. Sem contar indústrias inteiras pesadamente reguladas,que fizeram lobby anos atrás, para justamente barrar potencial concorrência de entrar no mercado com essas regulações que concentram o mercado. Nem precisamos falar de oportunismo do lado dos políticos, com compras sem licitações.”



Razente:Quais os fatores dos agravamentos econômicos e exemplos práticos disso?



Dr. Lucas Grassi:“O que piora a situação econômica atual é o fato de, no Brasil, mas também em outras partes do mundo, estarmos vivendo numa economia intervencionista. As forças de mercado operam com defeito, por conta de várias restrições feitas pelo poder público. Por exemplo, passamos por algumas semanas com falta de máscaras e álcool-gel porque existem regulações que proíbem aumentar demais o preço dos produtos de repente. Foi exatamente essa manutenção do preço artificialmente baixo que levou o produto a se esgotar das prateleiras. Um preço mais alto faria as pessoas pensarem duas vezes antes de comprar mais do que precisavam para acumular em casa, sinalizaria a potenciais produtores e fornecedores que aquele produto é mais demandado, o que aumentaria a produção e fornecimento e pressionaria o preço para baixo de novo, e eventualmente salvaria mais vidas, por deixar uma sobra de produtos nas prateleiras até que a nova oferta chegasse. O engraçado disso é que o desastre do controle de preços sempre levou a resultados parecidos em milênios de história e é bem previsível pela teoria econômica, mas eu não fico por aí dizendo que quem defende esse tipo de intervencionismo é ‘anti-ciência’...Um outro problema é a arrogância do conhecimento. Os burocratas e políticos acham que dão conta de planejar centralmente a economia, a ponto de terem uma lista de quais atividades são ‘essenciais’. Então, por exemplo, nos EUA faltou hamburger no Burger King porque, apesar de ‘alimento’ ser listado como ‘essencial’, a máquina da processadora de hamburger não estava listada e quebrou. A empresa que a conserta não era ‘essencial’. E multiplique esse problema por 1 milhão, para cada indústria, para cada país! Ninguém, absolutamente ninguém, tem a ‘visão de helicóptero’ da economia para ditar o que deve ser produzido, como, quando, e onde. Se algo é realmente essencial, as pessoas estarão demandando esse serviço na proporção que precisam, e isso ficará manifestado no preço do bem ou serviço. Se o mercado não tiver nenhuma trava ou distorção colocada pelos políticos, esse fragmento de informação será bom o suficiente para cada um se ajustar e decidir o que é ‘essencial’. O único burocrata que conseguiu ter a ‘visão de helicóptero’ sem errar foi José no Egito, e ele só conseguiu porque teve uma revelação divina num sonho.E, por sinal, tanto regulações intervencionistas como o planejamento central agravam o problema da saúde pública em si, e isso não é de agora, e sim, algo histórico nessa indústria. Por que faltam leitos de UTI na Espanha, França, Reino Unido e Itália? Todos esses países consideram saúde um ‘direito’ que deve ser garantido pelo governo. Então montam um sistema centralizado que no final das contas não consegue alocar bem os recursos escassos nem em tempos normais, muito menos em tempos de crise. Eu tinha um senhorio na Inglaterra que era milionário. Mas ele quebrou o braço e foi no NHS - o SUS do Reino Unido - e eles consertaram o braço dele para mexer só numa direção, porque era muito caro para o contribuinte colocar um pino melhor no braço dele. No Reino Unido só 10% da população tem plano privado de saúde. O Brasil ainda conta com uma rede privada, mas ela sofre de outro mal, que é o da regulação intensa. Existe, por exemplo, uma barreira imensa de entrada à profissão médica, o que eventualmente resulta de um lobby da profissão lá no passado, e representa um dos fatores por trás das altas contas médicas que você paga. Outro problema é a regulação para usar medicamentos. Adultos responsáveis com ajuda ou recomendação do médico deveriam ser livres para assumir mais risco e experimentar tratamentos inovadores se assim desejarem. Esse direito a experimentar fica restrito porque temos uma agência reguladora que diminui o volume de tentativa e erro na indústria. Sim, intervencionismo e planejamento central têm agravado o problema.”



Razente:Quais posições de solução econômica para a crise do Covid-19 permeiam o debate público em geral?



Dr. Lucas Grassi: “Não dá para entrar em detalhes, mas o posicionamento marxista tende a encarar a crise como parte normal do capitalismo, afinal, ele é um sistema que essa visão considera inerentemente contraditório. Já a posição majoritária defende que, numa emergência, o governo deve suspender o capitalismo e intervir bastante na economia, injetando dinheiro e crédito. Por exemplo, nos EUA aprovaram um pacote de injeção monetária de trilhões de dólares e de aumento de gastos do governo. Esse é o tanto que custou bancar toda a Segunda Guerra Mundial, já ajustando a inflação do dólar. É muito dinheiro. Eu tenho um problema com essas duas visões. A primeira falha porque acha que estamos num ambiente verdadeiramente capitalista, quando não estamos. A segunda falha por vários motivos. Um deles é que justamente esse intervencionismo monetário e fiscal que causou boa parte do problema lá em 2009 e estamos colhendo o fruto agora. Você não apaga incêndio jogando gasolina no fogo! Outro problema é que isso abre margem para corrupção e politicagem. Nos próprios EUA, os lobistas fizeram fila para pegar a maior fatia possível do bolo. Indústrias diversas ganharam bilhões. Adivinha o que elas vão fazer? Vão usar esse dinheiro para recomprar as ações das próprias empresas ineficientes que caíram com a crise e, quando elas inflarem de valor, vão vender e lucrar com o dinheiro do contribuinte. E vão dar bônus generosos aos seus diretores. Mas o contribuinte médio vai ganhar um cheque de 1200 dólares que custa provavelmente uns 5000 dólares juntando com o custo de administrar esse dinheiro via burocracia e funcionários públicos. Se esse nível de ineficiência aconteceu nos EUA, imagina o que ocorreria aqui! Sem contar na inflação futura - nos EUA isso é menos detectável porque ela se espalha globalmente. Mas no nosso caso não, pois muito menos gente quer usar reais que dólares.Eu tendo a favorecer uma terceira visão de mão dupla. A causa foi o intervencionismo exacerbado, e não o capitalismo, já que ele não tinha espaço suficiente para funcionar direito. Da parte do governo, os entraves que engessam a economia devem ser removidos, e da parte dos indivíduos, cada um vai ter muito mais liberdade para se ajustar à nova situação. E um corte de impostos não seria absolutamente má ideia, mas temos que ter cuidado porque os governos estaduais e federal já tinham detonado todo o orçamento público anos atrás. Estamos vendendo o almoço para comprar a janta.”



Razente:Sobre planos de recuperação,qual o papel do setor público e do setor privado nesse momento?



Dr. Lucas Grassi:“No nível municipal, cada cidade vai ter que decidir, dentro do seu poder político, se a situação está sob controle localmente ou não. Isso deve ser feito incluindo até onde der todas as partes interessadas - representantes do comércio, do sistema de saúde privado e público, da prefeitura e câmara, etc. Existem municípios inteiros com nenhum caso de COVID-19, mas isso não é a única variável que importa. No nível estadual, eu ainda não vi nenhum estado com um plano razoável de reabertura. Parece que, no pânico, foi fácil mandar parar tudo para diminuir o ritmo de contaminação, mas ninguém pensou que isso também retarda que a população desenvolva resistência à doença. Ou seja, vai haver uma segunda onda de contaminação assim que houver reabertura, e se ‘ter esperança’ de que vão desenvolver uma vacina ou tratamento é um plano, então é esse o único plano de retomada que eu vi até agora. Com a diferença que temos menos gente usando vitamina D, ar puro, sol e uma população mais fragilizada por conta do confinamento.”



Razente:Existe uma possibilidade de federalismo efetivo na sociedade para a solução?



Dr. Lucas Grassi:“Sim. Parece óbvio que os políticos não sabem direito o que estão fazendo, e aumentar a diversidade de soluções é algo que uma descentralização maior do poder proporciona. Se você quer morar em um lugar com lockdown, more lá. Se quer morar numa cidade com mais leitos de UTI, more lá. Mas uma política ‘tamanho único’ no nível estadual já é centralização demais. Temos estados do tamanho da França no Brasil!”



Razente:Que soluções a perspectiva cristã da economia apresenta?



Dr. Lucas Grassi:“Uma perspectiva cristã para o problema obviamente envolve mais do que políticas públicas. A primeira coisa que eu quero dizer é que nenhuma autoridade terrena é absoluta para o cristão. Só Deus tem autoridade absoluta. O político, o cientista, o pastor da igreja, os pais na família, cada uma dessas autoridades é relativa à sua esfera de responsabilidade. Então, na economia e na saúde existem coisas que os políticos podem e devem fazer, como por exemplo, cumprir os contratos e combater a agressão. Se alguém morre por descuido médico, deve haver um procedimento jurídico e legal para lidar com isso. Se alguém comete fraude no comércio, também. Porém, planejar centralmente ou engessar a economia e o sistema de saúde, distribuindo favores aos lobistas prediletos não é prerrogativa do governo. Mas o nosso sistema permite isso. Deveria haver um reconhecimento institucional maior dessa limitação da responsabilidade e autoridade do governo. Assim, não teríamos a lógica da esfera econômica, por exemplo, - da alocação eficaz de recursos escassos - sendo violada pela lógica da esfera do governo civil, da justiça pública. Poderia ocorrer um atendimento simultâneo às normas.Da mesma forma, fico muito preocupado com igrejas inteiras que atribuem qualidade messiânica ao governo, seja em tempos normais, seja na crise. E, com isso, elas muitas vezes se esquecem de estimular os cristãos a exercerem a caridade, ajudando os pobres, montando hospitais filantrópicos, montando escolas, etc.


 


Coisa que se fazia no passado, mas que foi aos poucos sendo assumida pelo governo. As igrejas e os cristãos acham normal tirar o dinheiro e a propriedade de alguns à força, via governo, para dar aos outros! E com isso elas se esquecem de pregar que o cristão deve voluntariamente ajudar quem precisa da sua ajuda. E, agora, parece impossível no Brasil que um grupo de cristãos doem dinheiro e montem um hospital de emergência igual o Samaritan"sPurse fez em Nova Iorque. Isso é fruto de um grande pecado de omissão por parte dos cristãos (e também, obviamente, de outros grupos de pessoas religiosas ou não que poderiam contribuir mais com o setor sem fins lucrativos).As igrejas, na minha visão, devem se encarregar da pregação do evangelho, de ministrar a disciplina e os sacramentos. Além disso, elas têm estrutura própria para cuidar dos seus doentes e necessitados, que poderia ser expandida por ter minguado indevidamente no passado.Outro fator que me preocupa é a qualidade da conversa sobre coisas públicas no Brasil. As pessoas, talvez por confiarem demais na educação da escola, deixaram de ensinar polidez e a arte de conversar aos seus filhos. E as escolas só querem aprovar o aluno no vestibular ou cumprir alguma política pública. Como resultado, temos gente na idade universitária, ou mais velha, que não sabe nem falar. Muito menos, ouvir e debater. E então temos como resultado uma praça pública deteriorada por causa da ruptura no diálogo e até mesmo no debate. E as famílias e igrejas cristãs, que prezam pelo mandamento de ‘não dizer falso testemunho’ e de ‘não matar’ devem lembrar que o controle da língua desempenha um papel fundamental na ética cristã. E nem preciso de mencionar o espalhamento de boatos, de falsas notícias, de xingamentos, etc., para você ver o tamanho do problema! Os cristãos são chamados para ser ‘sal da terra e luz do mundo’ mas têm deixado a desejar na sua conduta em algumas áreas, independente do posicionamento político.



Razente:Sobre seu epílogo na obra O Problema da Pobreza, do antigo primeiro ministro da Holanda, Abraham Kuyper:qual a ideia nevrálgica de Kuypere como ela se relaciona com a perspectiva cristã da economia?



Dr. Lucas Grassi:“Eu escrevi o epílogo daquele livro, tratando do discurso de Kuyper para uma organização de caridade montada por cristãos para ajudar os necessitados com moradia. Ele fala que é uma vergonha que haja pobres na igreja. Não porque ele acredita que todo crente vai ser próspero, mas porque ele acredita que a igreja tem o chamado de ajudar os necessitados, pelo menos, na sua membresia e, quem sabe, mais além. Ele rejeita a solução socialista e a social-democrata, e também rejeita o liberalismo secularizado da revolução francesa que era influente na sua época. Ele defende que um dos principais problemas que causaram a questão social no final do século XIX foi que grupos economicamente poderosos capturaram a regulação governamental para montar um sistema de desigualdade diante da lei. Essas regulações eram parecidas com as que temos no nosso país. O estado distribuía favores a pessoas bem conectadas ao invés de manter a balança da justiça. Isso prejudica principalmente os mais fracos, é claro.”



Fonte: Jornal o Regional
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