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Quer chegar aos 100 anos?   Conheça o pensamento de um dos pioneiros de Colorado Augusto Rosseto:

Devoto de Santa Luzia, Augusto Rosseto, chegou aos 100 anos de idade, neste último domingo, dia 20 de Maio, e festejou esta sua chegada ao centenário com uma festa realizada na ASSESC organizada pelos  familiares que levaram muitos amigos do ancião Augusto que não toma mais conhecimento da idade e vai tocando a vida e as coisas dentro do lar, dividido com filhos e netos.


 


Augusto Rosseto, homem de três casamentos é saudável e fez merecer a saúde que tem. Nunca fumou, sempre foi homem do campo e com o passar dos anos, passou a fazer refeições mais leves, conta Júlia, uma das filhas do segundo casamento, hoje residente em Limeira (SP) de onde veio especialmente para abraçar o pai no seu centenário e a que o auxiliou na entrevista, pois seu Augusto com pouca audição e que de uns anos para cá, não recorda muitas lembranças dos tempos de juventude, mas lembrou muito do pomar de Jabuticaba que ele gentilmente levada no comércio de Colorado, agradando as pessoas, talvez uma forma de levar carinho, coisas só mesmo dos antigos que sabem partilhar o pão. Chegar aos 100 anos com saúde, diz a neta Juliana: “Dizem os especialistas, chegar aos 100 anos é um sonho possível, existe um consenso entre os cientistas de que o peso da genética na longevidade é de 25%, afirmam alguns geriatras”. Ela que é médica, em gastro, está fazendo residência em Manaus e que a exemplo da mãe Júlia, também veio especialmente para o aniversário do seu avô. E vai mais além: “Viver muito depende principalmente de como você vive. Obesidade e ingestão de bebidas alcoólicas em excesso é errado e o que se faz hoje, será debitado na sua conta amanhã”. A médica deixa uma boa “Receita”: “Se você carrega uma barriga há 30 anos, sua coluna vai cobrar. Se fuma, seu pulmão vai cobrar.” A boa notícia é que sempre é tempo de incorporar bons hábitos. Já que não foi antes, que seja agora. Quem começar a praticar uma atividade física aos 80 anos chegará melhor aos 81. A mudança de hábitos é o melhor caminho para se ter um envelhecimento saudável”.



Cuidar do corpo não basta. Igualmente importante é cuidar da mente. “É fundamental cultivar o otimismo e pulverizar as fontes de interesse e de prazer”, afirma Augusto que repetidamente usa o termo: “respeitar os outros”; mas garante que o otimismo teve um papel essencial em sua história. “Eu e minhas companheiras sempre acordávamos de bom humor”, afirma. “Ter uma postura positiva em relação à vida é importante. Contrariedades fazem parte da vida, por isso não me deixo abalar. Não se deixar dominar pelo estresse e manter interesses diversos são cuidados que devem ser mantidos a cada nova década”.



O centenário Augusto Rosseto relata coisas que marcaram este século de vida: “Nasci em Santa Rita do Passa Quatro no Estado de São Paulo e vim para o Paraná, fixando moradia numa propriedade rural no Morro Alto, aqui em Colorado; porque já tinha tios que vieram antes e meu primeiro trabalho foi participar de derrabando mato para cultivar café. Entendo que o segredo de viver tanto tempo, eu evitava muitas coisas, pouca comida, bebidas, só refrigerante e muito suco. Meu pai Luiz e minha mãe Maria Bachin, vieram para o Paraná, e durante a derrubada do mato, nos deparamos sim com alguns animais selvagens, especialmente cobras venenosas. Mesmo tendo freqüentado pouco a escola, aprendi a ler e escrever e ainda tenho bons olhos que me permitem enxergar bem. Apesar de que quando criança, à noite havia apenas lamparinas e o fogão da casa ficava praticamente 24 horas aceso todos os dias, com lenha. Para tomar banho, um canecão apenas para jogar água no corpo, depois de muito tempo meu pai instalou “Tiradentes” um balde pendurado numa corda e assim o banho ficou mais prático”.



Quando perguntado sobre momentos felizes nestes 100 anos, é firme em responder que foi com os amigos, combinando bem e respeitando-os. Seu semblante se modifica ao responder sobre momentos tristes, quando recorda quando aconteceu uma grande epidemia de “maleita” (Malária, desde a antiguidade, uma doença que ainda provoca a morte de muitas pessoas, especialmente na África), que levou muitos amigos, muitos deixando a vida em seus braços, até porque naquele tempo não havia médicos e apenas benzedeiras que faziam chás.



Desta forma, sua festa de 100 anos marca de fato uma vida dedicada e que apesar do tempo, não levou o que de melhor alguém pode almejar: a companhia dos parentes e amigos.



Fonte: Jornal O Regional
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