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Polícia Militar de Colorado atuação referência para o Brasil:

Um dos problemas mais afligente do Brasil de hoje é sem sombras de dúvidas, a questão da Segurança Pública que deixa a desejar no seu preceito constitucional.  Durante muito tempo a problemática da Segurança Pública foi vista apenas como questão dos Estados, das Polícias. Pouca participação e interferência do Governo Federal e nenhuma participação da sociedade. 



Agora que a “epidemia” da insegurança se alastrou por todo o Brasil a própria sociedade se mostra preocupada com o problema e até já comunga com o preceito constitucional de que a Segurança Publica é responsabilidade de todos, contudo, os conceitos antigos sobre a Polícia atrapalham e emperram essa interação entre os segmentos que se faz necessária. 



Vale registrar o que asseverou o Tenente Fábio José Ribeiro, ao completar quase um ano no Comando da 2ª Companhia do 4º Batalhão da Polícia Militar de Colorado, diante do forte desempenho de seus comandados pode demonstrar resultados positivos no combate à marginalidade.



Com a fisionomia de quem está cumprindo o papel que o Estado lhe conferiu, Tenente Ribeiro recebeu a reportagem e diz um pouco de sua atividade nos municípios sob sua jurisdição. 


 


Recentemente foi realizado levantamento pela Companhia, num comparativo com o numero de prisões e os principais atendimentos, que demonstra claramente resultados significantes. Por exemplo: Em 2016 foram presas 29 pessoas por envolvimento com o tráfico; em 2017 foram 147 pessoas. Armas apreendidas foram 17 em 2016 e 35 em 2017.


 


Pessoas presas foram em 2016 foram 370 contra 698 em 2017. Mandatos Judiciais foram 57 em 2016, passando para 168 em 2017; culminando na grande parte da apreensão das armas de fogo e das prisões dessas pessoas seja por furtos ou roubos e também por envolvimento pelo tráfico de drogas que é a nossa principal linha de ação. Apoio a outros órgãos, que são ocorrências que exigem a presença da polícia militar foram 631atendimentos em 2016, passamos para 2141 em 2017.



Veículos apreendidos 194 em 2016 contra 252 em 2017; B.O. registrados 5.770 em 2016 contra 10.662 em 2017.



Nesse sentido há de se registrar o que disse o Tenente Ribeiro: “A segurança nunca está no ideal, porque onde há ser humano há discórdia e crimes, mas principalmente com o apoio da Polícia Civil e dos poderes constituídos, Judiciário, Ministério Público, tem nos dado suporte e respaldo para nossas ações, se tornar uma ação conjunta que conta também com o apoio da comunidade, poderes executivo e legislativo, ação conjunta com envolvimento de todos.



Outro ponto principal é a frente de ação que não abro mão com “policiamento presença”, onde o policial está, o criminoso não chega. Quando o policial se faz presente, o marginal não se aproxima e estamos intensificando esta ação principalmente neste período natalino. Parece coisa simples mas de muita eficácia.



Atualmente a principal necessidade está nos recursos humanos, o armamento à disposição é suficiente. Não é um fuzil que combate o crime, mas sim a expertise e habilidade do policial que manobra o fuzil. Um policial consegue ter 46 munições e quando atua em dupla, dobra este número e é muito tiro frente ao confronto armado, uma arma longa é uma ajuda; um fuzil, uma metralhadora é de grande valia, mas nem sempre as ocorrências demandam em disparo de arma de fogo, muitas vezes tem que entrar em luta corporal, e estando com as duas armas, longa e curta ele fica vulnerável. Só se usa armas longas quando se tem uma equipe de 3 ou mais policiais, quando um pode dar segurança aos outros.



Nosso armamento hoje tem qualidade e temos sim como ter confrontos com pessoas que tem fuzil, metralhadoras. Temos sim policiais habilitados para utilizá-las. Quanto ao treinamento oferecido aos nossos policiais, o ser humano tem que pegar gosto e se envolver com o compromisso de ser bom policial.



O soldado é o guardião da comunidade e deve estar atento, afinal estamos aqui representando o Estado e não fazermos algo por vontade própria, mas sim fazer o que tem que ser feito porque é isso que o Estado nos confiou. Sinto-me muito feliz com grande parte da minha equipe, com o resultado apresentado porque tenho bons policiais em minha companhia sob meu comando e este mérito é de toda minha equipe. Sempre altero as atuações dos policiais, aqui somos todos policiais militares, respeitando as habilidades, procuro não criar grupos específicos. É a comunidade que deve passar as informações, nos fornecendo as principais características e habitualidades dos marginais; “Como por exemplo: que hora chega e sai, qual transporte utilizado, placa e características de veículo, estatura, tatuagem”; tudo isso serve de elemento investigativo, quando mais informações nos derem, mais teremos sucesso, e a população não necessita se identificar.
Infelizmente estamos vivendo um pouco da mídia fazendo o policial sendo o vilão e o bandido herói. Posso dizer por mim, que sou policial do Estado do Paraná que acredito no que faço, tenho respaldo das instituições e estamos vencendo a marginalidade. Volto sempre para minha casa, com a graça de Deus e a benção de Nossa Senhora”.



Fonte: Jornal O Regional
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